O corpo Humano - Audição e Equilíbrio
http://www.youtube.com/watch?v=AvXPMTrYgMI&feature=related
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sábado, 13 de novembro de 2010
O método de ressonância Lessac-Madsen e sua eficácia para cantores
Desenvolvido pela Dra. Katherine Verdolini, professora da University of Pittsburgh, o LMRVT (Método de Ressonância Lessac Madsen para Terapia Vocal) é um programa fundamentado em um sistema de terapia vocal, praticado em oito sessões, uma vez por semana, com o objetivo de ajudar as pessoas com problemas de voz a alcançar melhor flexibilidade, resistência, e beleza vocal. Ao mesmo tempo, propõe prevenir ou reverter problemas já existentes, em conseqüência do uso impróprio da voz.
Segundo fonoaudiólogos especialistas em voz, as alterações vocais tratadas pelo método geralmente são: nódulos (calos, massa de tecido), edemas (inchaço), pólipos (tumor) não hemorrágicos, inflamação genérica, paralisia (diminuição ou abolição da motricidade) ou paresia (paralisia incompleta) de corda vocal, e cicatrizes.
O método foi desenvolvido inicialmente para aplicação em artes cênicas, oferecendo aumento do volume de voz, quando necessário. Este método foi inspirado no trabalho de um conhecido professor de voz para o teatro, o Dr. Arthur Lessac. A fonoaudióloga Dra. Verdolini adaptou o método Lessac para utilização em terapia vocal. Entretanto, o método Lessac pode e deve ser aplicado em apresentações de cantores, porém com instruções suplementares de um professor de canto, pois este não é um programa de treinamento completo para o canto.
Existem pessoas que comprimem fortemente as pregas (cordas) vocais o que se chama por hiperadução glótica; outras, ao contrário, têm dificuldade de fechamento das pregas vocais, o que se chama por hipoadução glótica. Nos dois casos há alteração e esforço na produção da voz.
É preciso aprender a fechar corretamente as pregas vocais. O método Lessac promove uma emissão vocal com o melhor som natural da voz que faz bem a saúde, soa bem e é fisicamente fácil de ser produzida. Já sabemos que a qualidade e a estabilidade da voz dependem do fechamento correto das pregas vocais. Para cantores, em caráter preventivo, a eficiência do programa é evidente.
Observe sua voz. Algumas características da voz alterada freqüentemente são:
soprosa (muito ar), rouca, cansada, fala dolorosa, extensão vocal reduzida, inchaço, pigarro, falhas na voz, sensação de caroço na garganta, dor na garganta, tenso-estrangulada, fraca, grave, escura, de emissão difícil, áspera, entrecortada, pastosa, sussurrada, dor no pescoço, dor no ombro, comprimida, garganta seca, ataque vocal brusco, perda da voz, e com variações no seu tom de fala habitual.
A adaptação dos exercícios do método Lessac para o canto começa com o treinamento de sons isolados, introdução da voz ressonante ao vocalize em tons variados, e posteriormente em canções e apresentações considerando as respectivas nuances de interpretação.
Tudo o que envolve a produção da voz não é tangível, palpável. É preciso explorar as sensações físicas e o som da voz.
(Em estudo científico sobre o efeito terapêutico deste método na fala, foi observado duas semanas após o término do programa, em oito mulheres com nódulos ou pólipos que receberam treinamento, melhora tanto na qualidade vocal, como na redução de esforço na produção da voz. Outro grupo de cinco pessoas que receberam apenas instruções de higiene vocal, não apresentou as melhoras observadas no grupo treinado pelo método).
A melhor qualidade da voz cantada é a natural, emitida sem nenhum esforço.
domingo, 7 de novembro de 2010
Como melhorar a afinação do canto? É possível?
A afinação depende da audição, que por sua vez é comandada pelo cérebro através de impulsos nervosos. É o cérebro quem comanda tudo.
Quando você reproduz um som que acabou de ouvir, a fala recebe mensagens de uma região do cérebro determinando a vibração das pregas vocais para reproduzir o que a audição informou.
Agente sabe que a emissão distinta dos sons é gerada pela quantidade de vezes que a prega vocal vibra por segundo.
Então podemos afirmar que treinar o ouvido na verdade é ensinar o cérebro a responder perfeitamente aos estímulos da audição. Não depende da garganta.
Você pode considerar um cantor(a) afinado quando ele consegue reproduzir exatamente o som que acabou de ouvir.
É claro que existem pessoas com maior ou menor facilidade, mas a boa notícia é que um treinamento apropriado resolve as dificuldades de afinação.
Algumas pessoas nascem naturalmente afinadas enquanto outros têm maior dificuldade para perceber o tom ouvido e repeti-lo de forma similar, diz a fonoaudióloga PhD. Mara Behlau, do Centro de Estudos da Voz, em São Paulo. Mas o treinamento pode tornar qualquer um afinado, com raríssimas exceções, garante.
Quando você reproduz um som que acabou de ouvir, a fala recebe mensagens de uma região do cérebro determinando a vibração das pregas vocais para reproduzir o que a audição informou.
Agente sabe que a emissão distinta dos sons é gerada pela quantidade de vezes que a prega vocal vibra por segundo.
Então podemos afirmar que treinar o ouvido na verdade é ensinar o cérebro a responder perfeitamente aos estímulos da audição. Não depende da garganta.
Você pode considerar um cantor(a) afinado quando ele consegue reproduzir exatamente o som que acabou de ouvir.
É claro que existem pessoas com maior ou menor facilidade, mas a boa notícia é que um treinamento apropriado resolve as dificuldades de afinação.
Algumas pessoas nascem naturalmente afinadas enquanto outros têm maior dificuldade para perceber o tom ouvido e repeti-lo de forma similar, diz a fonoaudióloga PhD. Mara Behlau, do Centro de Estudos da Voz, em São Paulo. Mas o treinamento pode tornar qualquer um afinado, com raríssimas exceções, garante.
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